No período da tarde, o XII Congresso Brasileiro de Qualidade em Enfermagem teve continuidade e abordou o tema sobre a Enfermagem do Futuro: tendências para as novas gerações. A mesa foi composta por doutores da USP, Unifesp e da Universidade Federal de Santa Catarina.
A questão da tecnologia e sua evolução para a enfermagem foi abordada pela Maria Madalena Januário Leite, da USP, onde ela posicionou a educação permanente na realidade das universidades, “a educação, o estágio supervisionado são boas práticas para o aluno conhecer primeiro em ambiente nacional, depois ele precisa procurar a área internacional para um complemento no currículo”, aponta Madalena que é uma das grandes dúvidas para as universidades. A palestrante Isabel Cristina Kowal da UFSC, colocou em prática a visão da tecnologia e seus aspectos positivos para a enfermagem. Nas palavras da professora a tecnologia transforma o profissional para a atualização do meio hospitalar. “Precisamos especializar em enfermeiro, pois os equipamentos são cada vez mais novos e com isso, o enfermeiro precisa se manter informado”, fala Cristina. Com a questão sobre o mestrado profissional foi discutida pela doutora da UFSC, Alacoque Lorenzini, que pontuou sobre a prática do profissional aliada à tecnologia. “O doutorado nos EUA cresce significamente bom, enquanto, no Brasil estamos caminhando nessa modalidade de ensino”, conta Alacoque. Fonte: Revista Nursing |



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